domingo, 31 de julho de 2011

Mundo novo?

O mundo novo é aqui

No caminho do calor q nos sufoca?

No caminho de conciliar o interesse dos nossos inimigos?

Onde estaremos amanhã?

Os interesses de meditar no futuro

Meu filho segue a nos culpar pelos acertos que não cometemos

Nosso amor é desilusão menor

Nosso caminho é certo

Nosso meio é o fim

Sentindo, sentindo o respirar do dragão

A nos tragar

A morte anunciada não veio

O sucesso também não

Como vamos nos entregar aos privilégios dos deuses

Sempre a seguir no sentido que estamos a perpetrar

Nossas vidas a conciliar os interesses dos nossos inimigos

Eu te agradeço, eu te abraço

Pelo ódio no coração, no coração

E esse nevoeiro lá fora?

Essa canção dos (des)enganados

Não quero não

Eu vou te dar




*São Paulo em 26 de julho de 2011.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Nova destruição

Toda destruição me provoca, me seduz!

Meus sentidos, aguçados,

Caminham sobre a terra em direção ao precipício.

Respiro fundo. Sinto o vento de montanha no meu rosto.

Onde estarei daqui a cinco segundos?

No meio do caminho, observo um pássaro no ar

E ele cai como que alvejado pelo meu olhar.

Eu sou a própria destruição!

E continuo meu caminho impávido por sobre a terra.

Nada há de me abalar, nada há de me deter!

Já não existe medo nem insegurança.

Estou salvo.

Consciente.

A semear os germes de um mundo novo.