terça-feira, 5 de julho de 2011

Nova destruição

Toda destruição me provoca, me seduz!

Meus sentidos, aguçados,

Caminham sobre a terra em direção ao precipício.

Respiro fundo. Sinto o vento de montanha no meu rosto.

Onde estarei daqui a cinco segundos?

No meio do caminho, observo um pássaro no ar

E ele cai como que alvejado pelo meu olhar.

Eu sou a própria destruição!

E continuo meu caminho impávido por sobre a terra.

Nada há de me abalar, nada há de me deter!

Já não existe medo nem insegurança.

Estou salvo.

Consciente.

A semear os germes de um mundo novo.

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