Toda destruição me provoca, me seduz!
Meus sentidos, aguçados,
Caminham sobre a terra em direção ao precipício.
Respiro fundo. Sinto o vento de montanha no meu rosto.
Onde estarei daqui a cinco segundos?
No meio do caminho, observo um pássaro no ar
E ele cai como que alvejado pelo meu olhar.
Eu sou a própria destruição!
E continuo meu caminho impávido por sobre a terra.
Nada há de me abalar, nada há de me deter!
Já não existe medo nem insegurança.
Estou salvo.
Consciente.
A semear os germes de um mundo novo.
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